sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Entidades espirituais

O que podem ser ou não serem...

Aqui podemos perceber que a espiritualidade não é brincadeira, entenderemos o lado positivo da mediunidade e o lado negativo.
Naturalmente, todo o mago lida com uma grande faixa de tipos de entidades que acabam por adquirir alguns nomes característicos, segundo diversas tradições:



Eguns, Compadres (Exus de Umbanda), Comadres (Pomba-Gira), Ciganos, Caboclos, Pretos-Velhos ou Crianças (Erês): Seres espirituais desencarnados e incorporantes que atuam como guias, protetores, mentores ou simplesmente conselheiros. Geralmente se manifestam dentro dos cultos das religiões Umbanda, Quimbanda e todas as de origem afro-brasileiras.


Protetores ou Militantes de correntes religiosas: Seres espirituais desencarnados e incorporantes que atuam geralmente, como entidades pertencentes às religiões Umbanda e Espírita.

Gênios Protetores ou Anjos da Guarda: São espíritos desencarnados e incorporantes, ou mesmo uma inteligência viva no plano astral, que recebe a missão, quando do nascimento de alguém, da sua "guarda". Está muito próximo durante a infância, distanciando-se pouco a pouco conforme a pessoa vai ficando mais velha. Em geral, afasta-se após a adolescência, exceto quando a pessoa busca seu "contato".

Divindades, Orixás: Classe de entidades espirituais de grande poder não incorporantes e que fizeram parte da criação do mundo. São geralmente ligadas a algum fenômeno ou manifestação da natureza, ou a alguma cultura ou sociedade que a cultua.


Kiumbas: Entidades espirituais incorporantes e obsessoras; são trevosas, renegadas, confusas, viciadas e desordeiras. Geralmente se vendem por bebidas, fumo ou drogas para efetuar trabalhos de magia negra.

Formas-Pensamento: Não são propriamente ditas, entidades espirituais e sim, uma manifestação inconsciente ou consciente de um pensamento ou idéia emanados de qualquer pessoa ou espírito nos planos mental e astral que assume uma determinada forma característica e alimentada constantemente por esse mesmo agente; geralmente, tem a durabilidade ou existência de acordo com a quantidade e força de alimentação para com essas formas-pensamento geradas.

Egrégora: Também não são propriamente ditas, entidades espirituais e sim, uma manifestação inconsciente ou consciente de um pensamento ou idéia (que assume forma nos planos astral e mental) gerados por um grupo de pessoas com afinidades ou sintonia, constantemente alimentados por esse mesmo grupo; geralmente, tem a durabilidade ou existência de acordo com a quantidade e força de alimentação para com essas formas-pensamento geradas. Sombras ou


Larvas Astrais: São originárias das formas-pensamento criadas que se alojam no corpo astral do indivíduo que o gerou, com a função de sugar-lhe a energia vital; são verdadeiros parasitas. Esta é uma classe de entidades criadas, assim como os elementais são, por nós mesmos, de forma inconsciente, ou seja, criado pelos nossos desejos instintivos, nossos medos e necessidades mal dirigidas. Costumam habitar no nosso campo áurico, a fim de alimentarem-se da bioenergia humana. A maioria das pessoas não é completamente saudável, muito pelo contrário, são mais doentes do que se imagina. A busca pela reeducação dos instintos ou o domínio do comportamento reativo ou impulsivo é necessária para criar em si mesmo o pentagrama consciente (os elementais saudáveis), o ser superior, o mestre, o guia. É nesta condição que o mago se torna o Sumo-Sacerdote (o Papa), uma condição de ser um homem completamente saudável. O processo da criação das larvas ou sombras (potencialmente doenças) vem do desequilíbrio da conectividade entre os corpos físico, astral e mental. O homem particularmente impulsivo tem mais chances de desequilibrar seus corpos por simplesmente, não conseguir evoluir ou elevar sua mente consciente.

 Cada reação instintiva negativa ou contrária à vontade própria desencadeia diversos distúrbios emocionais pelo corpo físico, assim como a má alimentação e o mau comportamento (no sentido de absorver coisas nocivas aos três corpos, nos campos mental, astral e físico). É através deste comportamento baseado no egoísmo aprendido individualmente, até ao nível social nacional (patriotismo) é que estimulamos as larvas astrais criadas pela nossa imaginação ou por correntes egregóricas. Essas larvas são entidades vivas graças ao nosso poder mental de criar os pentagramas vivos (imagens-símbolos do nosso mal). Existem larvas de tudo quanto é tipo, e o objetivo delas é geralmente se alimentar das emoções instintivas, gerando uma falsa felicidade ou contentamento. Existem pessoas que alimentam larvas astrais criadas por elas mesmas, ao longo de diversas encarnações. Estas pessoas estão doentes por muito tempo e nem desconfiam disso, pois acham perfeitamente normal na sociedade em que vivem. A única maneira de destruir uma larva é considerar o seu oposto em si mesmo (ter consciência que ela existe e o motivo pelo qual existe) elevar sua consciência e reeducar-se perante seu comportamento instintivo. O instinto existe para sobrevivência no mundo material, mas não é necessário exagerar ou dramatizar a reação instintiva. É claro que não se deve dominar o instinto, por ser naturalmente indomável, mas o que devemos controlar é como reagimos emocionalmente. O que se deve conduzir são as emoções e não o instinto. A impulsividade de se alimentar constantemente pode conduzir a pessoa a ter sérios problemas de obesidade. Não se deve frear a atitude de se alimentar, mas sim o motivo pelo qual se alimenta, se é fome verdadeira ou se é puramente ansiedade. É essa a reeducação que se fala. Sendo assim, a larva perde sua força e vitalidade, e por conseqüência, morre, permitindo o homem ficar livre para elevar-se mentalmente e iluminar-se. Assim ele poderá criar grandes pentagramas conscientes e se beneficiar de sua força de guia ou mestre.

Elementais: Entidade espiritual criada por formas-pensamento e ligadas a um sistema de crença em que a possibilita de viver se alimentando dessa mesma idéia. Também considerados pela filosofia hermética, como “pentagramas evolutivos ou conscientes”. Dentro desta concepção, o pentagrama é um símbolo daqueles que desejam buscar sua realização por meios magísticos, e para poder ter efeito no mundo físico, deverá alcançar a devida iniciação e obter o domínio sobre os elementos e correntes astr

ais, adquirindo, assim, as capacidades superfísicas que os tornam um verdadeiro mago. Um pentagrama seria muito mais que apenas um simples símbolo ou ponto de apoio magístico. Na verdade, incorpora-se em sua forma uma entidade viva (elemental), criado pelo próprio mago. Os pentagramas são largamente utilizados pelos maçons, rosa-cruzes e médiuns-magistas de diversas escolas. Ele é muito necessário para o combate ou luta astral com outros seres, encarnados ou desencarnados (aqueles que vivem apenas em dois planos – o astral e o mental), e até mesmo contra egrégoras. Na maioria dos casos, vence aquele que tiver o melhor ponto de apoio ou o mais forte corpo físico (corpo robusto de muita saúde). Se os dois tiverem forças iguais, vence aquele que tiver desenvolvido em si um melhor pentagrama. Às vezes um pentagrama pode ser formulado de tal forma a ficar invertido e não significar magia negra, e sim, a vontade do operante direcionado para o mundo físico. O significado pode variar de acordo com a formulação e desenvolvimento do pentagrama. A criação de um pentagrama em si mesmo (elemental) serve não só para produzir algumas novas manifestações, mas sim, lutar contra o seu oposto, contra os obstáculos que vêm de seu desenvolvimento ainda insuficiente, principalmente no plano astral. Para criar um pentagrama é necessário fazê-lo em duas partes: a primeira fase consiste em afirmar a vontade consciente em si mesmo (expansão da consciência ou iluminação); isso ocorre através dos exercícios de concentração e de meditação (não é um exercício, é o mais elevado uso de nossa consciência, e só é possível através da capacidade de concentração). A segunda fase consiste em transformar os aspectos instintivos, reativos e impulsivos em aspectos controlados ou dominados (reeducação, em vez de reagir contrariamente às coisas de modo mecânico ou instintivo, deve meditar ou refletir os seus modos).


Fantasmas,Cascões ou Cascarões: São restos do duplo-etérico que fica em torno de um recém morto, geralmente aproveitados e manipulados por um mago, a fim de dar vida temporariamente para um determinado trabalho ou função; pode tanto ser dirigido para o bem como para o mal.

Homúnculo ou Golem: Entidade espiritual criada por um indivíduo na forma de um ser humano, que tem em si "colocadas" algumas substâncias materiais (ou orgânicas e até mesmo de origem humana) num "corpo físico" sem funções mágicas. Seu corpo físico pode, porém, ser magicamente animado mediante práticas específicas, como por exemplo, através da eletricidade ou do magnetismo.

Psichogones: Elementais criados artificialmente por meio da magia sexual.

Elementares: Entidades espirituais originárias de uma outra via de evolução que situa-se entre o reino animal e hominal. Cada qual vive em um reino elementar particular onde atribui-se qualidades das quais sobrevive de acordo com o elemento que está a ele intimamente ligado. Esses elementos são formadores do quaternário ar, fogo, água e terra; são os chamados gnomos, ondinas, sereias, silfos, sílfides, fadas e salamandras.


Poltergeist: Palavra alemã que significa Espírito Brincalhão. Em parapsicologia, designa fenômenos paranormais causados por espíritos perturbados como, por exemplo, ruídos sem causa aparente, objetos que se movem sozinhos (até mesmo caindo sozinhos e "voando" sem impulso nenhum, por ninguém), luzes apagando e acendendo sozinhas, fogo espontâneo, etc.

Domovoi: Espírito dono da casa onde reside. É considerada também a egrégora das moradias, a parte astral e mental das residências. Na Polônia costuma-se removê-lo quando se muda.

Vampiros e Lobisomens: Entidades espirituais já deformadas ou degeneradas que sugam a vitalidade humana à força, muitas vezes, porém, por meio da sedução ou do medo. Muitas seitas de magia negra fazem uso deste tipo de entidade, embora não exclusivamente originários delas.

Súcubos: Entidades espirituais vampíricas que atuam sexualmente sob a forma feminina.

Íncubos: Entidades espiritu

ais vampíricas que atuam sexualmente sob a forma masculina.

Guardião: Entidade espiritual incorporante que assume diversas formas (inclusive a de animais no Xamanismo) vinculada magisticamente ou religiosamente (na Umbanda, são os Exus, Compadres e Comadres) a alguém, para dar-lhe proteção (ou a terceiros);

Mensageiro: Entidade espiritual vinculada magisticamente a alguém, que possui a principal característica de poder transitar nos mundos ou planos (e subplanos) superiores ou inferiores, levando mensagens para outras entidades.


Ajé, Feiticeiras ou Bruxas: Entidades espirituais geralmente malévolas. As ajés são consideradas feiticeiras ou bruxas da cultura Nagô.

Demônios e Dragões do Umbral: Classe de entidades espirituais incorporantes dedicadas ao serviço do caos, no serviço das trevas. São considerados inteligências oriundas dos submundos astrais.

Eborás, Inkices, Loas ou Voduns: São entidades espirituais incorporantes, considerados ancestrais africanos. São geralmente confundidos com os Orixás. Mas na verdade, são apenas eguns (espíritos desencarnados) dos sacerdotes dos cultos africanos que foram deificados durante sua vida terrena, e que retornam ou se manifestam, através da “possessão” dos seus filhos (iniciados elegun’s dos cultos africanos).

Nirmanakaya, Guias ou Chefes de Legião: Ser espiritual incorporante, de grande evolução, que superou o ciclo reencarnatório. Tem a função de gerar correntes de forças espirituais a fim de impulsionar a evolução da humanidade.


Devas, Pitris Lunares, Anjos ou Arcanjos: Classe de entidades espirituais não incorporantes dedicadas ao serviço da luz divina, à obra cósmica. São considerados inteligências originais do plano astral superior.

Kama-Rajás: São seres elementares originários de uma outra linha de evolução muito longe da nossa. São de uma categoria bastante superior e tem funções específicas de controle dos ciclos da natureza da Terra.

Lipika: Classe de entidades espirituais não incorporantes que atuam na esfera divina de regular o karma de tudo o que é vivo. São chamados de os Senhores do Karma.

Espíritos Planetários e Zodiacais: Entidades espirituais não incorporantes formadas das qualidades de um único astro celeste ou signo zodiacal, e a este atada.


A LEI DE SEMELHANÇA: SEMELHANTE ATRAI SEMELHANTE, é a maior base para colocarmos os nossos pensamentos, ações, e palavras como um sinal de reeducação para podermos ter a plena certeza da energia que se fará presente atravás deste ou daquele ritual. 

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